BRAND BOOK · 2026 · USO INTERNO
BASSIC
Underground Club Culture.
Graves e Grooves desde 2021.
S00Sobre este documento02
Como usar
este brand book.
Este documento é a fonte de verdade da Bassic. Ele junta numa coisa só o que estava espalhado em mídia kit, cabeça e conversa, e crava as decisões de marca: verbais, visuais, editoriais e de negócio.
Funciona como sistema operacional da marca: cada seção entrega decisão tomada e material pronto pra usar, não papo pra discutir.
Estrutura
01 A virada (tese cultural)
02 Posicionamento
03 Essência
04 Identidade verbal
05 Território
06 Público e comunidade
07 Arquitetura de marca
08 Identidade visual
09 Conteúdo
10 Negócio
11 Casa de artistas
12 Linhagem · Governança
S00Sumário
14 seções.
Uma marca.
01A virada · tese cultural
08Identidade visual
02Posicionamento e trajetória
09Sistema de conteúdo
03Essência da marca
10Eventos e formatos
04Identidade verbal e tom
11Negócio e monetização
05Território e arena
12Casa de artistas
06Público e comunidade
13Linhagem e referências
07Arquitetura de marca
14Governança da marca
01
SEÇÃO
A virada
Por que a Bassic precisa existir agora. O que mudou no jeito de consumir música, e o buraco que a marca preenche.
S01A virada05
Música parou
de vir de gente.
ANTES
Vinha de um amigo
O CD que rodava na casa do colega. O pendrive que ia e voltava com a biblioteca do outro. O dig: garimpar tudo que um artista lançou, descobrir cena puxando o fio. Música era social e curada por gente.
AGORA
Vem do algoritmo
Streaming te deu acesso a milhões de músicas e, ao mesmo tempo, a nada. Você parou de ouvir por afinidade e passou a ouvir o que é empurrado. Tudo na mão, e sempre o mesmo.
A BASSIC
Volta a vir de gente
O DJ é o amigo que te passa o som novo. A pista é a troca de pendrive em escala. A curadoria é o dig coletivo. O nosso algoritmo é humano.
S01A virada
O que o streaming
nem pode ter.
O streaming nunca teve tudo, e isso é fato: o Spotify guarda só uma fração do que já se fez. O underground resiste justamente na arte que vive fora do feed.
O QUE O TEMPO ENTERROU
Remix, bootleg, refix, mashup, edit, barrados por copyright, nunca vão entrar no streaming. O vinil esquecido que ninguém digitalizou.
O QUE O MUNDO AINDA NÃO OUVIU
Unreleased. Som de produtor amigo, da cena, que não saiu e às vezes nunca vai sair. Você ouve na Bassic, e 6 meses depois pode estourar. Ouviu aqui primeiro.
Passado raro e futuro inédito, os dois fora do streaming. É isso que a curadoria humana acessa e a máquina não.
02
SEÇÃO
Posicionamento
e trajetória
O que a Bassic é hoje, pra onde ela cresce, e a régua que orienta toda decisão.
S02Posicionamento
A TESE EM UMA FRASE
A Bassic é o coletivo de cultura eletrônica independente do interior paulista que transforma curadoria e comunidade em conteúdo, pra levar pro mundo uma cena que não cabe só na pista.
Esta é a frase de definição interna, o GPS de toda decisão deste documento. Não vai pra fora como tagline.
S02Posicionamento
Três tempos.
Uma trajetória.
AGORA · 0–12 MESES
Profissionalização
Coletivo de música eletrônica virando empresa por dentro: processo, papéis, previsibilidade. Marca viva por conteúdo enquanto recalcula os eventos. Deixar de operar como grupo de amigos sem perder a alma de coletivo.
DEPOIS · 12–30 MESES
Coletivo + canal
Eventos retomam com calendário recalculado, alimentados por uma máquina de conteúdo que já roda. Evento vira conteúdo, conteúdo enche evento. Início do selo.
AMBIÇÃO · 30+ MESES
Canal de mídia
Canal de mídia da cultura eletrônica independente, alcance nacional. Deixa de ser "festa de Rio Preto" e vira referência de mídia underground. O blueprint é a Soulection.
S02Posicionamento
Coletivo por fora.
Empresa por dentro.
A palavra "coletivo" é um ativo de marca: carrega a independência, a comunidade, o underground. Ela fica. Mas a operação precisa amadurecer.
CAMADA EXTERNA · "COLETIVO"
Como o público vê, sente e fala da Bassic. Alma, comunidade, independência. Não muda, não se aposenta.
CAMADA INTERNA · "EMPRESA"
Como o time se organiza e opera: processo, papéis claros, previsibilidade financeira. O público não precisa ver, mas é o que sustenta tudo.
03
SEÇÃO
Essência
da marca
Propósito, missão, visão, valores e manifesto. As fundações verbais que orientam tudo daqui pra frente.
S03Essência
Propósito. Missão. Visão.
PROPÓSITO
Por que existimos.
Levar a cultura eletrônica que vive à margem pra dentro da vida das pessoas, sem tirar dela o que a faz especial.
MISSÃO
O que fazemos todo dia.
Curar som, eventos e conteúdo que ninguém mais entrega no interior, e construir uma comunidade onde toda tribo se sente em casa.
VISÃO
Onde queremos chegar.
Ser referência nacional de mídia da cultura eletrônica independente, sem deixar de ser do interior e do nosso jeito.
S03Essência
Seis valores. Inegociáveis.
01
Curadoria
Não toca o que é fácil, toca o que é certo. Cada line-up é uma tese musical. Proíbe: hit comercial só pra encher.
02
Processo
Qualidade acima de público. Lotar não justifica baixar o nível. Proíbe: entregar meia-boca pra cumprir calendário.
03
Graves e Grooves
Diversidade musical, gêneros periféricos. A amplitude é identidade. Proíbe: virar festa de um gênero só.
04
Inclusão
Pista pra todos e segura pra todos. Lista trans/não-bináries, anti-assédio, redução de danos. Proíbe: diversidade como enfeite.
05
Comunidade
Não tem público, tem gente. Super fã entra de graça pelo menos uma vez. Proíbe: tratar a pista como número de bilheteria.
06
Independência
Underground sem elitismo, orgulho do interior paulista. Proíbe: se vender por número.
S03Essência · Manifesto
MANIFESTO
Começou numa rádio online, no meio da pandemia.
Quatro paredes, um fone e o som que ninguém aqui tocava.
Anos depois, é pista cheia no interior paulista.
Hoje você tem acesso a milhões de músicas na palma da mão,
mas acaba ouvindo sempre as mesmas.
A gente toca o que o streaming não tem: remix, bootleg, o vinil esquecido e o som que ainda nem saiu.
O nosso algoritmo é humano.
Na mesma pista dança quem nunca dançaria junto.
A drag e o skatista. O raveiro e o moleque do funk.
Quem chegou hoje e quem tá desde a primeira edição.
Aqui você não é visita.
A gente não segue moda pra lotar festa.
Não troca curadoria por hit comercial.
Não vende a alma por número.
O underground não precisa de permissão pra ser cultura.
A gente faz aqui, do nosso jeito, e leva pro mundo.
Se tem grave e tem groove, é Bassic.
S03Essência
Crença central.
CRENÇA CENTRAL
"O underground não é marginal. É cultura que ainda não te alcançou."
FRASE DE ESSÊNCIA
A gente pega o som que vive à margem, dá curadoria e comunidade, e transforma em cultura que pertence a todo mundo.
04
SEÇÃO
Identidade
verbal
As assinaturas da marca, as linhas que a gente usa, e o jeito exato de falar.
S04Identidade verbal
Assinaturas em camadas.
DESCRITOR DE CATEGORIA
Underground
Club Culture
Inglês, internacional. Define o que a Bassic é como canal de mídia. Vai no lockup do logo, nas bios, no topo do press kit. Funciona fora do Brasil.
ASSINATURA / LEMA
Graves
e Grooves
Português, afetivo, "desde 2021". Carrega o BASS sem explicar (grave = bass). Contexto de marca, evento, comunidade, merch.
Linhas editoriais · posts, capas, campanhas
O nosso algoritmo é humano. · Se tem grave e tem groove, é Bassic. · Do interior pro mundo, sem pedir licença. · As músicas que você ama, só não conhecia ainda.
S04Identidade verbal
Tom de voz.
Parece escrito por alguém de dentro da cena, não por assessoria.
A VOZ É
Direta, jovem, sem frescura. Underground sem ser elitista. Orgulho do interior paulista. Memeira, leve, fácil de lidar. Acolhe, não julga.
A VOZ NUNCA
Travessão, clichê, corporativo, motivacional exagerado, cara de IA. Nada machista, homofóbico, preconceituoso ou agressivo. Sem fórmula "não é X, é Y".
A PESSOA BASSIC
Bicha clubber, 27+, subversiva. Vive de música eletrônica, clubs e festivais. Antenada em moda e tendência. Memeira, com muitos amigos. Gíria da casa: "cfala", "calmo".
05
SEÇÃO
Território
e arena
Contra o que a Bassic concorre, o espaço que só ela ocupa, e as duas armadilhas a evitar.
S05Território
O mapa da cena.
DIRETO · RIO PRETO
Baile do Kaique (baile black, divide público). Umbra (funk/bruxaria). Loud Room (do Jules, transita gêneros, mais afrocentrado, parente próximo).
HISTÓRIA · ESCALA
Chumbo Grosso pavimentou a cena local pré-pandemia. Mamba Negra / Só Track Boa são a régua de escala paulista.
O TERRITÓRIO DA BASSIC
Misturar gênero o Loud Room também faz. Só da Bassic é a combinação: amplitude com curadoria, comunidade, inclusão e 4 anos de bagagem contínua em escala.
S05Território
Os dois extremos
a evitar.
A Bassic vive entre dois polos. Pender demais pra qualquer um quebra a marca.
POLO A · NÃO VIRAR
Baile comercial
Fechar num gênero só ou em hit fácil pra encher mais rápido. Mataria a Curadoria e o Graves e Grooves.
POLO B · NÃO VIRAR
Os grandes
Copiar a pomposidade, a corrida por número e line-up caro a qualquer custo. Dá pra chegar longe no underground, mas do nosso jeito. Mataria a Independência.
06
SEÇÃO
Público e
comunidade
Quem ama a Bassic, e por que pista vira casa.
S06Público
Onde as tribos
se encontram.
O público da Bassic é alternativo e diverso. Veste preto, acessório, maquiagem. Já gosta do diferente e procura um lugar que abrace isso. No story, posta o DJ e o look.
No mesmo chão convivem quem normalmente não se mistura:
comunidade trans · drags e performers · galera da dança · raveiros · heads do eletrônico · 30+ · teatro · galera do funk · fãs de rap e hip-hop · skatistas · fashionistas
S06Comunidade
Aqui vira casa.
O QUE FAZ VOLTAR
Pertencimento. No interior não existia esse ambiente. Quem gosta do diferente vem e sente que tem o seu lugar, seguro e levado a sério. Vira "preciso ir na Bassic esse mês", não "vou no rolê".
INCLUSÃO NA PRÁTICA
Lista VIP gratuita pra pessoas trans e não-bináries. Equipe treinada contra assédio, redução de danos. Lote gratuito de super fã pelo menos uma vez. Compromisso, não pauta de marketing.
O que a pessoa sente aqui e não sente em outro lugar: acolhimento em primeiro lugar, segurança, e a sensação de entender um universo que o interior quase não acessa.
07
SEÇÃO
Arquitetura
de marca
A Bassic como guarda-chuva: as frentes que vivem debaixo do mesmo nome.
S07Arquitetura de marca
Uma marca,
várias frentes.
EVENTOS
Bassic Convida, série que traz artistas da cena. O coração ao vivo da marca.
CARNAVAL
Só o Básico, bloco de eletrônica no Carnaval de Rio Preto. ~600 pessoas, 3× a estimativa.
CONTEÚDO / RÁDIO
Bassic Radio Show, programa mensal com sets dos hosts e guest mixes. Vinheta "This is Bassic!".
FUTURO
Bassic selo / agência, guarda-chuva que vai lançar e agenciar os artistas da casa. Coletânea nacional em produção.
CANAIS
YouTube e TikTok como prioridade. Instagram e Reels de apoio. SoundCloud pros sets.
MERCH
Drops da marca, já usados por artistas em turnê. Canal de descoberta pela estética.
08
SEÇÃO
Identidade
visual
Logo, cor e tipografia. Minimalista por princípio: clean, replicável, identificável sem ser carregado.
S08Visual · Logotipo28
O logotipo
A marca é o nome em Saira ExtraExpanded: larga, futurista, forte, reconhecível mesmo pequena. O ponto-grave fecha a assinatura e funciona sozinho como ícone.
- Wordmark Saira ExtraExpanded, caixa-alta, com o ponto-grave
- Ponto-grave o glifo isolado: ícone de app, selo, bullet
- Cores preto, branco ou vermelho, nunca fora disso
Arquivos no Drive da Bassic > ESSENTIALS > LOGO.
S08Visual · Cor29
Preto, branco
e um vermelho.
A base é neutra: preto, off-white e cinza carregam quase todo o peso. O vermelho é a única cor de apoio — entra com parcimônia, só pra ênfase, nunca pra poluir.
Proporção de uso
~80% neutro · ~20% vermelho
Preto
#0B0B0B · texto / base escura
Off-white
#FBFAF7 · base clara
Cinza claro
#9A978F · rótulos
Vermelho
#EE2C1F · acento único
S08Visual · Tipografia30
Tipografia
DISPLAY · TÍTULOS
Saira
ExtraExpanded
Títulos, logotipo, números. Larga, futurista, com peso. O caráter da marca mora aqui. Aposenta o Termina.
CORPO · TEXTO
Neue Montreal
Light · Regular · Medium
Corpo, legendas, rótulos. Neutra, limpa, legível — segura a infraestrutura enquanto a Saira tem personalidade.
09
SEÇÃO
Sistema de
conteúdo
Como a Bassic fala todo dia, mesmo com os eventos em pausa. Hoje o conteúdo é a frente número um da marca.
S09Conteúdo
Cada set vira
uma esteira.
Pilares
- Sets gravados: 1 por semana no YouTube
- Cortes musicais: máquina de cortes
- Bastidores: a operação por dentro
- Cultura eletrônica: contexto e história
- Memória dos eventos: o arquivo vivo
O MÉTODO · DO JEITO PACE
Todo conteúdo tem um porquê contado. Set, corte, evento: cada um carrega sua narrativa, sua referência, seu contexto. A Bassic não posta produto, conta cultura.
Máquina de cortes: cada set publicado gera vários cortes verticais (TikTok, Reels, Shorts), com energia clara nos primeiros segundos.
S09Conteúdo · Radio Show
Bassic Radio Show.
Programa mensal de 1 hora: set dos hosts + guest mix de convidado. A vitrine de curadoria da marca, na linhagem da Soulection Radio.
PRINCÍPIO DE CURADORIA
Descrever o som por qualidade e temporalidade, não por rótulo de gênero. Joia esquecida, som que ainda nem saiu, garimpo de gente que ama. Assim nunca se esquece um estilo nem se fecha a amplitude.
ASSINATURA SONORA
Vinheta "This is Bassic!" fecha a identidade do programa. Herança assumida da cena global, com a forma e a voz próprias da Bassic.
10
SEÇÃO
Eventos
e números
O coração ao vivo da marca e a prova de tração.
S10Eventos e números
A prova na pista.
EVENTOS
Modelo de entrada gratuita sustentado por bar. Curadoria com artistas renomados e talentos emergentes. Ambiente seguro e inclusivo por princípio.
TRAÇÃO
+40 edições desde 2022. Picos de 1.200+ pessoas. Expansão pra São Paulo. Bloco de Carnaval com ~600 (3× a estimativa).
DIGITAL
9k no Instagram, 4,2% de engajamento (top 15%). 1,4M de views em 90 dias, 227k contas alcançadas.
Público majoritário 18–34, equilibrado em gênero, com presença trans/não-binárie ativa. Em pausa estratégica para recalcular o calendário do 2º semestre de 2026.
11
SEÇÃO
Negócio e
monetização
Como a Bassic se sustenta hoje e como ela ganha dinheiro virando canal de mídia.
S11Negócio
As frentes de receita.
MAIS PRÓXIMO · META 4 ANOS
Agenciamento dos DJs e patrocínio de marca. Metas fortes pro aniversário de 4 anos da festa.
EM CONSTRUÇÃO
Monetização de conteúdo, depende de diversificar o canal com quadros e conteúdo original (sets têm copyright). Selo com coletânea nacional.
JÁ REALIDADE
Bar + bilheteria sustentam os eventos. Merch com drops esgotados, canal de descoberta pela estética, com potencial de virar frente de negócio.
Horizonte completo de sonho: patrocínio, conteúdo, agenciamento, merch, eventos premium e clube de membros. O que dói hoje e precisa virar processo: previsibilidade financeira e papéis definidos.
12
SEÇÃO
Casa de
artistas
Quem toca debaixo do nome Bassic, e a base dos press kits.
S12Casa de artistas
Residents
e ecossistema.
DJS RESIDENTES
YBRYD (Yuri, fundador) · DJUL3S (Jules) · Keller · DJ Basim (cofundador). Cadeira cativa na festa.
ECOSSISTEMA
BRINCO! e Nimsay (Yasmin), da casa, ainda não oficializados como resident.
AUDIOVISUAL
Lucas Ari (diretor de audiovisual) · André Zaqueu (edição e vídeos longos).
Hoje a Bassic não empresaria os artistas. O próximo passo é virar selo e guarda-chuva, agenciando a casa. É por isso que os press kits saem no formato "Bassic apresenta", antecipando o selo.
S12Casa de artistas
Os dois primeiros
press kits.
YBRYD
Versatilidade horizontal. DJ e produtor que hibridiza gêneros (o nome vem de "híbrido"). Set fluido do funk ao techno. Faixas tocadas na NTS, Rinse France e Soulection Radio. Turnê EUA 2023. Ângulo: o curador que atravessa cenas.
DJUL3S
Profundidade vertical na bass music. DJ, digger e pesquisador (não produz). Grime, dubstep, garage, jungle, footwork. Pessoa trans não-binárie, representatividade na cena. Plataformas próprias: Sub 17 (Function FM) e Jules Convida. Ângulo: a bass music nacional no interior.
Formato: web (scroll, padrão Chediak) + PDF. Estrutura narrativa de DJ. P&B com cor de exceção. Entrevista direta com o Jules pendente para detalhes e fotos.
13
SEÇÃO
Linhagem
e referências
A Bassic não inventa do nada. Assume sua linhagem e a traduz pro interior brasileiro.
S13Linhagem
De onde a gente vem.
SOULECTION · O BLUEPRINT
De podcast no porão a movimento global: rádio + selo + festival + merch + curadoria. "The Sound of Tomorrow" = a mesma tese de antecipação. O YBRYD nasceu sob influência da Soulection Radio. Linhagem real.
BAILE ROOM · O ESPELHO
Coletivo regional de BH, bootleg assumido da Boiler Room que virou parceiro oficial. "Copia na cara dura, mas com tanta identidade própria que viram referência." Arco coletivo → selo → agência. O futuro da Bassic.
PACE · O MÉTODO
Marca que conta cada coleção pelo porquê: referência, memória afetiva, processo. Densidade cultural acima do slogan. O jeito de fazer conteúdo da Bassic.
A regra da linhagem: apropriar e imprimir identidade própria. Referência inspira, nunca vira template pra clonar.
14
SEÇÃO
Governança
da marca
As linhas que a Bassic não cruza, mesmo quando é fácil.
S14Governança
O que a Bassic
nunca faz.
LINHAS VERMELHAS
Não se rende ao comercial só por público.
Não faz colab fora da visão.
Não abre mão da inclusão.
Não baixa o nível pra encher.
Não copia sem imprimir identidade própria.
IA A SERVIÇO DA ARTE
Ferramenta e tecnologia servem à arte, nunca o contrário. O risco da época é todo mundo usar as mesmas ferramentas do mesmo jeito e virar genérico. A Bassic usa tudo o que acelera, sem perder a mão humana e a originalidade. "A IA não criaria o jazz se só tivesse o pop como base."
PRÓXIMOS PASSOS
Se tem grave
e tem groove,
é Bassic.
Daqui: press kits do YBRYD e do DJUL3S sobre esta base · entrevista direta com o Jules · revisão visual de cor e tipografia · construção da máquina de conteúdo · retomada do calendário de eventos.